21.10.16

A nostalgia dos figos...

Este último mês tem sido para mim representado pelos figos e tenho-os aproveitado ao máximo. Este ano e mais que nunca tive a sorte e felicidade de ter amigos que me ofereceram uns quantos figos, dos pretos (os mais deliciosos e bonitos que já comi) e dos verdes, os melhores e mais indicados para a minha mãe fazer um maravilhoso doce.
Tenho usado figos em tudo e acho que nunca comi tantos como este ano, nas taças de pequenos almoços, em tostas com queijo creme e mel, na decoração de bolos ou simples como gostavam as minhas avós de os comer.
Este é fruto que me faz lembrar das minhas avós, ambas adoravam figos e sempre que os como me lembro delas. Ou porque me faz lembrar quando tirei a carta e levava a minha avó Glória a tratar dos seu afazeres e depois parávamos em Entre-os-Rios para ela comprar os seus tão adorados figos ou porque é o figo que retém as últimas memórias que tenho da minha avó Guidinha. Este é fruto por excelência que me vai fazer para sempre recordar das minhas saudosas e queridas avós.



Aqui aparecem os poucos figos que tive este ano em casa, pequeninos mas saborosos. Acompanham neste caso uma granola caseirinha que é absolutamente viciante. Adoro granola e ainda mais esta feita por mim, inspirada na melhor do mundo, a que é servida ao pequeno almoço no Luz Houses.



Este prato diz tudo, este fruto e nesta cor são de uma beleza e exotismo extremos. Todos os figos que comi e fotografei este ano foram biológicos, com um sabor verdadeiramente genuíno.
Vou aproveitando os últimos que tenho e esperar agora que os dióspiros fiquem também eles prontos a colher para eu me deliciar.
Bom fim de semana!











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